Uma Abobrinha Fiel
Oi.
Meu nome é Abobrinha.
E eu sou um cachorro.
Mas chega de falar sobre mim.
Era uma vez, em uma esquina movimentada de uma grande cidade, um rapaz. Ele não era muito forte, nem muito gordo, nem muito alto, nem muito bonito. Mas ele era um rapaz. Apareceu de repente, de uma hora pra outra, entre um engravatado e uma m0ça com um bebê no colo.
E não veio de lugar nenhum. Simplesmente apareceu ali, de olhos bem fechados. Eu estava do outro lado da rua, e quase não vi que ele apareceu ali, do nada. Quando ele abriu os olhos eu tomei um susto tão grande que lati.
Ele tinha olhos azuis.
Eu não devia saber disso. Eu só enxergo em preto-e-branco, mas os olhos dele, eu vi azuis.
Quer dizer, acho que a cor é azul. Eu não conheço nenhuma outra cor, então vou chamar de azul essa cor que poderia ser qualquer outra, mas eu escolhi chamar de azul.
Logo depois de aparecer daquela forma fantasmagórica ele me olhou nos olhos, do outro lado da rua, assobiou me chamando, virou as costas e me deixou ali, sem saber o que fazer.
Mesmo sem saber, eu fui atrás daqueles olhos azuis.
Meu nome é Abobrinha.
E eu sou um cachorro.
Mas chega de falar sobre mim.
Era uma vez, em uma esquina movimentada de uma grande cidade, um rapaz. Ele não era muito forte, nem muito gordo, nem muito alto, nem muito bonito. Mas ele era um rapaz. Apareceu de repente, de uma hora pra outra, entre um engravatado e uma m0ça com um bebê no colo.
E não veio de lugar nenhum. Simplesmente apareceu ali, de olhos bem fechados. Eu estava do outro lado da rua, e quase não vi que ele apareceu ali, do nada. Quando ele abriu os olhos eu tomei um susto tão grande que lati.
Ele tinha olhos azuis.
Eu não devia saber disso. Eu só enxergo em preto-e-branco, mas os olhos dele, eu vi azuis.
Quer dizer, acho que a cor é azul. Eu não conheço nenhuma outra cor, então vou chamar de azul essa cor que poderia ser qualquer outra, mas eu escolhi chamar de azul.
Logo depois de aparecer daquela forma fantasmagórica ele me olhou nos olhos, do outro lado da rua, assobiou me chamando, virou as costas e me deixou ali, sem saber o que fazer.
Mesmo sem saber, eu fui atrás daqueles olhos azuis.

1 Comments:
Comecei.
Boa aventura, Abobrinha!
(...e boa escrita, Katia!)
Postar um comentário
<< Home